A China anunciou que vai proibir carros que não tenham botões físicos no painel a partir de 2027. A medida tem como objetivo reduzir distrações e melhorar a usabilidade durante a condução.
O que muda com a nova regra
Os veículos vendidos no mercado chinês terão de manter controles físicos no painel, em vez de depender apenas de telas sensíveis ao toque. A exigência vale para novos modelos e tem prazo para que fabricantes adaptem projetos e certificações.
Por que a China voltou atrás
Estudos e reclamações de usuários mostraram que interfaces só com toque aumentam o tempo em que o motorista tira os olhos da pista. Autoridades alegam que botões físicos permitem ajustes sem a necessidade de olhar para a tela, reduzindo risco de distração.
Impacto para fabricantes e motoristas
Montadoras terão custos para redesenhar interiores e ajustar linhas de produção, e poderão adiar lançamentos. Para motoristas, a mudança tende a facilitar operações rápidas como controlar ar, som e modos de direção, especialmente para quem dirige em trânsito intenso ou para condutores mais velhos.
E o Brasil?
Embora a regra seja chinesa, fabricantes globais costumam padronizar soluções. Modelos destinados ao Brasil podem manter ou recuperar botões físicos, o que melhora usabilidade sem necessidade de regulação local imediata. Para seguradoras e oficinas, menos dependência exclusiva de telas pode reduzir custos de uso e reparo em alguns casos.
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Conclusão
A nova regra chinesa reforça que tecnologia e segurança precisam andar juntas. A exigência por botões físicos é uma resposta prática para reduzir distrações e pode influenciar designs globais nos próximos anos.
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