A Argentina aprovou o aumento do percentual de etanol na gasolina. A mudança pode mexer no consumo, no custo por quilometro e em cuidados com o carro. Veja o que isso significa para motoristas.
O que mudou na Argentina
O governo argentino elevou a mistura de etanol na gasolina com o objetivo de reduzir importações de petróleo e apoiar a indústria local de biocombustíveis. Isso significa que a gasolina vendida no país passa a ter maior participação de etanol na composição.
Impacto no consumo e na economia do motorista
Etanol tem poder calorífico menor que a gasolina, então carros tendem a consumir mais volume quando a mistura aumenta. Na prática, a economia no preço por litro pode compensar, mas o custo por quilometro pode subir ou cair dependendo do preço local do etanol.
Efeito para carros flex e motores convencionais
Carros flex geralmente se adaptam bem a mudanças na mistura, ajustando a injeção eletrônica. Já veículos projetados apenas para gasolina podem apresentar perda de desempenho, falhas ou necessidade de ajustes se a mistura subir muito.
Manutenção e cuidados recomendados
Com mais etanol na gasolina, atenção a pontos como filtros, velas e sistema de combustível. Etanol é mais higroscópico – absorve água – e pode acelerar corrosao em componentes não preparados. Revisões regulares e uso de aditivos indicados pelo fabricante ajudam a reduzir riscos.
Se isso chegar ao Brasil
Qualquer alteração nas regras de mistura de combustíveis no Brasil exigirá avaliação de fabricantes, órgãos reguladores e postos. Motoristas brasileiros devem acompanhar comunicados do Inmetro, ANP e montadoras sobre limites seguros e recomendações de uso.
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Em resumo: aumento do etanol pode alterar consumo e manutenção. Fique atento aos comunicados oficiais, revisões preventivas e ao uso recomendado pelo fabricante do veículo.





