Um projeto de lei em tramitação propõe endurecer penas para quem dirige alcoolizado e causa morte. A ideia é responsabilizar com mais rigor e reduzir acidentes fatais.
O que o projeto prevê
Segundo a proposta, motorista flagrado dirigindo alcoolizado que provocar morte teria a Carteira Nacional de Habilitação suspensa por até 10 anos. Além disso, a multa administrativa pode chegar a R$ 14,6 mil, dependendo da gravidade e de reincidência.
Punições e consequências
Além da suspensão prolongada da CNH e da multa pesada, motoristas podem enfrentar outras sanções administrativas e criminais se for comprovada a causalidade entre ingestão de álcool e o acidente com morte. A proposta busca combinar punição e deterrência para reduzir casos graves no trânsito.
Impacto para motoristas e seguradoras
Se aprovada, a lei deve elevar a preocupação de condutores sobre consumo de álcool e direção. Também pode gerar revisão de apólices e critérios de cobertura por parte das seguradoras, que tendem a considerar o histórico de infrações ao calcular preço e aceitação do risco.
O que muda no dia a dia
Na prática, a proposta pressiona por maior responsabilidade individual: evitar dirigir após beber, planejar alternativas como motorista designado, transporte por aplicativo ou táxi, e manter documentação e seguro em dia. Multas e suspensão longa tornam a infração ainda mais gravosa para quem depende do carro para trabalhar.
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