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Piso mínimo do frete: o que muda no preço do transporte e no seu bolso

O Ministério recomendou o veto a partes do projeto que cria um piso mínimo do frete para caminhoneiros. A decisão aponta riscos à concorrência e ao abastecimento.

O que o ministério recomendou

O parecer sugere vetar trechos que definem um preço mínimo obrigatório para fretes rodoviários. O argumento central é que regras rígidas podem distorcer o mercado, elevar custos e provocar problemas logísticos.

Impacto para caminhoneiros

Caminhoneiros que defendem o piso buscam proteção contra preços predatórios e queda na remuneração. Já autoridades alertam que um piso muito rígido pode reduzir rotas e flexibilidades, afetando autônomos e pequenas transportadoras que dependem de negociação direta.

Consequências para preços e logística

Se aprovadas sem ajustes, medidas que impõem preço mínimo podem aumentar o custo do transporte, repassado para o consumidor. Por outro lado, a ausência de um piso pode manter margem de negociação e volatilidade nos valores pagos aos motoristas.

O que esperar nos próximos passos

Agora cabe ao Congresso avaliar o veto recomendado. Possíveis cenários incluem revisão dos trechos vetados, negociações com representações dos caminhoneiros e medidas complementares para mitigar impactos no setor.

Como motoristas e empresas podem se preparar

Com incerteza sobre regras, vale revisar contratos, controlar custos e fortalecer a gestão de rotas. A tecnologia de gestão de fretes e seguros acessíveis ajuda a reduzir despesas e aumentar previsibilidade financeira.

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