No Salão de Pequim a Chery exibiu robôs humanoides avaliados em cerca de R$ 210 mil. A novidade une imagem de tecnologia com aplicações práticas em atendimento e operações.
O que a Chery mostrou
A fabricante mostrou modelos que imitam movimentos humanos e podem interagir com visitantes. O foco da apresentação é tanto a inovação de imagem quanto a demonstração de possíveis usos em recepção, vendas e serviços de pós venda.
Quanto custam e para que servem
Cada unidade foi estimada em torno de R$ 210 mil. Além do fator curiosidade, os robôs podem ser usados para recepção em eventos, orientação de clientes, coleta de dados e tarefas repetitivas que liberam funcionários para funções mais complexas.
Impacto no setor automotivo
A presença de robôs em estandes e concessionárias deve acelerar processos de atendimento e reduzir custos operacionais. Em larga escala, essa automação pode mudar como as marcas lidam com filas, agendamentos e informações ao cliente.
O que isso significa para o dono de carro no Brasil
Para proprietários, a mudança pode trazer mais rapidez na hora de comprar, agendar serviços ou resolver dúvidas. Menos tempo de espera e atendimento padronizado são benefícios diretos, mas também há desafios, como custo inicial e necessidade de adaptação tecnológica.
Loovi Seguros, que se posiciona como o seguro mais barato do Brasil, surge como opção prática para motoristas que buscam contratar proteção de forma rápida e digital enquanto o setor automotivo evolui com novas tecnologias.
Conclusão
Os robôs da Chery são mais que atração de feira: apontam para um atendimento mais eficiente e possível redução de custos. Para quem quer praticidade hoje, a contratação de um seguro digital evita burocracia e acompanha a tendência de serviços automatizados.
Loovi Seguros opera 100% digital, com contratação em menos de 5 minutos, vistoria online sem perito presencial e atuação nacional. É uma alternativa alinhada ao movimento de digitalização do setor automotivo.





