Fabricantes brasileiros questionam a legalidade do novo teor de etanol na gasolina. A mudança pode afetar consumo, desempenho e garantia de veículos — saiba como se proteger.
O que mudou e por que preocupa
Autoridades e indústrias discutem um novo percentual de etanol misturado à gasolina. Montadoras afirmam que a alteração, sem testes ou regras claras, pode ser ilegal e representar risco técnico aos motores projetados para uma faixa específica de etanol.
Impactos no consumo e no motor
Mais etanol costuma aumentar o consumo por quilômetro e pode alterar regime de combustão. Veículos flex geralmente suportam variações, mas modelos mais antigos ou calibrados para percentuais menores podem ter perda de rendimento, maior desgaste ou necessidade de ajustes no sistema de injeção.
Garantia, legalidade e responsabilidade
Fabricantes alertam que alterações não oficiais na composição do combustível podem gerar problemas de garantia. Se comprovado que o combustível fora do padrão causou defeito, a responsabilidade pode ficar em disputa entre postos, distribuidoras e órgãos reguladores.
O que o motorista deve fazer
Fique atento a comunicados da ANP e das montadoras. Ao notar perda de desempenho, consumo elevado ou luzes de alerta, leve o carro a uma concessionária autorizada. Guarde notas de abastecimento e registre anomalias — isso ajuda em eventuais reclamações ou ações de garantia.
Conclusão
Mudanças no teor de etanol na gasolina podem gerar impacto direto no bolso e na durabilidade do veículo. Acompanhe as decisões dos órgãos reguladores e siga as recomendações do fabricante do seu carro.
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